“É possível acreditar em Deus usando a razão”, afirma William Lane Craig (matéria da revista Veja)

William Lane Craig é um filósofo cristão que defende a existência de Deus e a Bíblia como sua revelação aos homens. Tem se destacado nos debates com famosos defensores do ateísmo. Clique no link abaixo e leia sua entrevista na revista Veja.

http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/e-possivel-acreditar-em-deus-usando-a-razao-afirma-william-lane-craig

A Responsabilidade do Uso do Púlpito

              Em quase todos os ambientes em que um orador dirige-se a um público, encontramos um púlpito, especialmente nas igrejas. Dirigir-se a um público implica em uma grande responsabilidade, pois o orador comunica idéias e pontos de vista capazes de influenciar e afetar outras pessoas.
Quando se trata do uso do púlpito em uma igreja, a responsabilidade é maior ainda, pois quando um pregador dirige-se aos membros de uma igreja, a sua pregação deve ser extraída da Palavra de Deus e deve estar em plena harmonia com ela. Só assim trará consolo, correção e edificação, para os crentes, e salvação para aqueles que ouvem o Evangelho de Jesus. Uma pregação tem resultados, não somente aqui neste mundo, mas por toda a eternidade. Uma mensagem bíblica, clara, anunciada na dependência de Deus, é usada poderosamente por Ele para falar aos corações das pessoas. Quando nossa mensagem mistura ensinamentos da Bíblia com idéias meramente pessoais ou divagações filosóficas, e é transmitida à igreja utilizando somente técnicas de persuasão, ela perde sua eficácia, e pode até tornar-se nociva ao inculcar idéias discrepantes da Palavra de Deus, ou até promover tropeço em relação à fé cristã.
Pregadores hão de prestar contas a Deus e à sua congregação. O rebanho pertence a Deus, e somos meros servos incumbidos de alimentar esse rebanho com ensinamento sadio e edificante. O púlpito pertence à igreja em segundo lugar, e quando ela escolhe e dá posse a um pastor, está lhe entregando a responsabilidade do ensino e da pregação. Tudo que for ensinado deste púlpito, seja por intermédio de seus lábios, ou por meio de lábios de outros pregadores, é da responsabilidade do pastor.
Portanto, o púlpito não é oportunidade para expor idéias próprias sem passar pelo crivo acurado da Palavra de Deus, nem para demonstrar erudição ou qualidades pessoais. Púlpito é oportunidade para apontar para Jesus, e para tanto, devemos ter a mesma atitude de João Batista ao apontar para Jesus e dizer “convém que Ele cresça e eu diminua” (João 3:30). O pregador, diariamente, precisa diminuir o seu ego e deixar que Cristo cresça cada vez mais em si, para que seu púlpito possa também apontar para Jesus. Precisamos pregar com temor e tremor, cônscios de nossa necessidade de total dependência de Deus e da grande responsabilidade que pesa sobre nós.
Precisamos nos dedicar cada vez mais ao estudo da Bíblia, que é a fonte de onde deve jorrar o conteúdo puro de nossas pregações. Precisamos nos esmerar cuidadosamente no preparo de nossas mensagens, para que apliquem os ensinamentos bíblicos às nossas vidas cotidianas de maneira realmente edificante. Devemos pregar de maneira clara, objetiva e, para que todos apreendam com facilidade a mensagem que transmitimos. Precisamos ter muito cuidado com as palavras e expressões que utilizamos, escolhendo-as com precisão, para que todos entendam exatamente o seu sentido, e nada possa ser mal interpretado trazendo prejuízo a vidas preciosas.
Todas as distorções da Palavra de Deus são nocivas, sejam consideradas “grandes” ou “pequenas”, intencionais ou acidentais. Não podemos nem devemos, em nome de um pieguismo muitas vezes confundido com amor, sermos irresponsáveis e permitir que os púlpitos de nossas igrejas tornem-se objetos de onde são proferidas tais distorções. A falta de amor está em faltar com a responsabilidade diante de Deus e da igreja. A falta de amor está em não reconhecer a árdua responsabilidade dos pastores, que terão que prestar contas de seu rebanho a Deus (Hebreus 13:17). A falta de amor está em não levar a sério a responsabilidade do púlpito, e fazer dele objeto de dominação pessoal, ou dele proferir palavras que trazem prejuízo a fé cristã, à edificação pessoal, ou que servem de embaraço para as pessoas virem a Jesus. Lembremos que o púlpito não é oportunidade para um debate intelectual de idéias, mas para fiel pregação da Palavra de Deus. Pastores, pregadores e igrejas: usemos sempre de responsabilidade com nossos púlpitos.

Pr. Dalton de Souza Lima

Doutrina é Importante?

Por Marco Teles

Há religiosos que são contra o termo doutrina, chegando até a demonizar o termo, como se fosse algo mal e que não pertencesse ao âmbito do verdadeiro cristianismo. Isto é um erro inconsistente quando vemos uma definição de doutrina como

“O termo doutrina pode ser definido como o conjunto de princípios que servem de base a um sistema religioso, político, filosófico, militar, pedagógico, entre outros.” 1

Ora se a doutrina serve de base a um sistema, no nosso caso religioso, se a desvalorizamos mesmo que inconscientemente pelo mal uso do termo abalamos a base de nossa fé. Acrescento que doutrina também não é um ensino qualquer, pois a ideia de ensino é muito ampla, ultrapassando e permeando sistemas totalmente diferentes e até incoerentes entre si. Podemos entender daí que toda Doutrina é ensino, mas Nem Todo Ensino é doutrina, pois se o ensino está fora da base da fé nunca será doutrina de fé. Exemplificando: usar paletó e gravata é um aprendizado social e cultural, mas não é doutrina por não constituir elemento basilar de pensamento religioso cristão.

A doutrina refere-se a sistemas específicos estabelecendo a base de pensamento (não a base espiritual em si, que é Cristo) para a construção de considerações coerentes sobre a fé. Jamais poderíamos deduzir que 2+2 é igual a 4, se não soubessemos no mínimo, enumerar, sequenciar, e considerar quantidades. Quando dizemos que 2+2=4, falamos tão automaticamente que até esquecemos as bases do Jardim de Infância. Claro que a doutrina bíblica, no nosso caso batista, é algo mais elaborado mas que obedece o mesmo conceito.

Considerar a fé ignorando a doutrina é um tipo de pregação amplamente divulgado por pessoas contrárias à fé e que, infelizmente tem sido também adotada por cristãos, mesmo que sinceros, a partir de uma reflexão muito subjetiva e superficial sobre o assunto. Vamos considerar portanto, de onde surgiu a tendência a descaracterização da doutrina como foco necessário à identidade religiosa.

Precisamos retomar alguns milênios, desde os gregos, quando numa democracia de manipulação da vontade popular pela oratória, para se conseguir poder político e riquezas, as classes dominantes pagavam a professores chamados sofistas, que ensinavam a melhor forma de convencer a multidão num discurso, eles eram especialistas nisso e cobravam caro pelas aulas, afinal muito dinheiro estava em jogo na habilidade de manipular multidões (qualquer semelhança com marketeiros políticos não é mera coincidência). Sob essa realidade, é obvio que a verdade não interessava, mas apenas um discurso convincente mesmo que falso era suficiente, e a única coisa desejável.

A democracia grega, era alimentada pela falsidade dos sofistas, a falsidade era algo desejado como valioso objeto de consumo. Nada era real, tudo relativo, sem identidade, mutável conforme cada interesse ou entendimento. Não foi a toa que o filósofo grego Sócrates, por levantar o problema da verdade – possivelmente oriundo de contato com o monoteísmo judaico – foi condenado a beber cicuta, um veneno produzido de planta comum no Mediterrâneo. A mera defesa da verdade através do método socrático que fazia com que as pessoas reconhececem a falsidade de seus argumentos, era uma grande ameaça para os falsários da oratória, mesmo que talvez por prudência Sócrates não mostrasse a verdade, ela estava implicita e era uma ameaça ao sistema político instituído.

Com a pregação do Cristianismo no ocidente passa-se a considerar de forma mais abrangente o valor da Verdade, pois Deus (Jesus) é a Verdade Única, que não dá base para falsificação sendo que nossa sociedade ocidental foi construida pela ideia de civilização grega, conhecida como paidéia, mas transformada da falsificação conveniente para a verdade absoluta. Isso durou muito tempo e atingiu todas as formas de conhecimento, mas não agradou muita gente. Se existe o Deus que é a Verdade, logo, Ele compartilha a verdade conosco de forma moral e existencial.

Os primeiros cristãos já tinham noção do valor da doutrina, que foi ensinada e registrada pelos apóstolos no Novo Testamento. Não podemos dizer que a única doutrina básica é o amor ao próximo, pois amar é mais do que uma base de pensamento, é um mandamento. Lendo as cartas apostólicas vemos que há doutrinas que seguem o mandamento do amor mas que não o compreendem em si. Por exemplo: a doutrina da Trindade, embora não denominada, está presente nas escrituras e não pode jamais ser rejeitada por um cristão fiel à Palavra de Deus, mesmo que não esteja atrelada ao discurso do amor em si, ao rejeitar a doutrina como conceito mais elementar, rejeitamos doutrinas como a da Trindade, e isso não interessa a cristãos fiéis.

Dando um salto no tempo vamos para um período chamado Renascimento onde busca-se uma restauração de valores gregos humanistas, isto é, coloca-se o homem como centro de tudo e não Deus. Havia descontentamento com a igreja, especialmente citamos os banqueiros e mercadores, e esse foi o princípio da reciclagem do livre pensamento no sentido de ser falsificado, que culminou no Iluminismo (sem mencionar a Reforma) porém sem ainda defenderem a falsidade escancaradamente. Mais tarde, o surgimento de pensadores comunistas coincidiu com a defesa da falsidade e com o exercício de métodos de retórica voltados para a manipulação ao que se dá o nome de erística. Posteriormente outros pensadores mundanos seguiram o mesmo caminho buscando uma “desconstrução” da verdade, o que nos lembra muito o trabalho do Diabo que veio “desconstruir” que é só uma palavra mais bonita para destruir.

Com o surgimento da tendência de globalização dos mercados, filosofias que buscam a falsidade tornaram-se novamente atraentes, pois como elas não possuem, nem querem possuir, base para construção de conhecimento, são muito úteis para fazer com que todo mundo “se entenda” evitando discussões conceituais quanto a natureza falsa ou verdadeira das coisas. Isso ajuda a vender fácil qualquer produto, inclusive almas humanas.

Nós não queremos vender almas, mas levá-las a Deus, não queremos também exercer domínio sobre o outro mas mostrar-lhes o caminho da liberdade, por isso a Verdade nos é tão importante. Por isso precisamos de doutrina.

Mesmo que as coisas não se comportem de forma sistematicamente rotineira, ainda assim possuem um sistema. A fé em Cristo tem sua doutrina, seu sistema de pensamento básico, os adeptos da falsidade odeiam a existência de doutrina. Mas infelizmente, até alguns pastores tem sido encantados pela ideia da relativização, da subjetivização do cristianismo e, é claro que as situações de poder que citei acima tem muito haver com a posição deles, seja de forma obstinada ou até como vítimas inocentes de uma forma de pensamento que privilegia a falsidade e não a verdade em Cristo.

Valorizemos nossas doutrinas, pois são a base de pensamento para nós meros humanos finitos, sobre o plano, os mandamentos, as orientações morais que estão presentes em toda a Bíblia de forma bem objetiva, que evita o exercício de pensamento religioso irresponsável.

É a doutrina da evangelização que nos mantém motivados a pregar a Palavra de Deus. São todas as doutrinas batistas juntas, que nos dão identidade, e fazem de nós alguém em que se pode verificar se o pensamento religioso é verdadeiro ou falso.

A ausência de identidade é característica da falsidade, a doutrina traz identidade, por isso é fundamental valoriza-la como instrumento de pensamento sobre a Verdade que é Cristo. Afinal, o Diabo sabe que atacando alguém nas bases de sua fé, ele poderá derrubar esta pessoa com muito mais facilidade, gerando um grande estrago, mesmo que seja um salvo.

VEREMOS BÍBLIAS SENDO QUEIMADAS?

      Corremos o risco de vermos as Bíblias sendo queimadas pelo governo. O Projeto de Lei 6418/2005, se aprovado, ordenará a destruição de toda literatura que tenha textos contrários ao homossexualismo. Há projetos de lei, apoiados pelo partido do governo, que contrariam e afrontam a Palavra de Deus, e até mesmo propiciam perseguição aos evangélicos. O Plano Nacional de Direitos Humanos, de autoria da Presidência da República, por meio da Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, estabelece ações visando aprovação dos projetos de lei do “casamento” homossexual, da adoção de crianças por parte de “casais” homossexuais, da legalização do aborto livre, bem como a aceitação da prostituição como atividade profissional, etc. Também há vários projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional visando restringir os cultos aos templos, dificultando programas evangélicos na TV, e os cultos evangelísticos ao ar livre. O Projeto de Lei 4.270/04[/b] determina que comentários contra práticas de outros grupos religiosos sejam passíveis de ação civil. Assim, não poderemos condenar a idolatria, feitiçaria, e outras práticas condenadas pela Bíblia, se tal projeto for aprovado.

      O pastor Pascoal Piragini (PIB Curitiba, ex presidente da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil) pronunciou-se contra tais projetos de lei e diretrizes do Plano Nacional de Direitos Humanos, e foi ameaçado de processo pelo líder do PT do Paraná deputado Enio Verri (A Ordem dos Pastores Batistas do Brasil e Os Juristas de Cristo divulgaram declarações de apoio ao pr. Piragini).

      Não podemos misturar política partidária com a igreja. Creio e pratico isto a 27 anos de ministério. Entretanto, denunciar candidatos e partidos que defendem práticas iníquas consiste em alertar o povo de Deus. É, portanto questão de consciência cristã, e não de política partidária.Meu objetivo é alertar os irmãos quanto à necessidade de escolher bem em quem votam, para não escolherem candidatos ou partidos que afrontam a Palavra de Deus. Mais do que nunca precisamos escolher muito bem em quem votaremos. Caso contrário, a iniqüidade será legalizada em nosso país, a pregação do Evangelho sofrerá sérias conseqüências, e seremos responsáveis diante de Deus por sermos coniventes com tudo isto.

 Pr. Dalton S. Lima

Conhecendo a Vontade de Deus

A Bíblia ensina que a vontade de Deus é boa perfeita e agradável (Romanos 12:2). Vale a pena fazer a vontade de Deus. Entretanto, como conhecer a vontade de Deus? Alguns crentes crêem que Deus vai lhes falar por meio de sinais, visões, ou alguma forma de “revelação”. Não é isto, de forma alguma, que a Bíblia ensina. Ela é o perfeito registro da Palavra de Deus. É nela que encontramos os princípios que devemos aplicar às nossas vidas para conhecermos a vontade de Deus e praticá-la. Salmos 119:105 deixa isto bem claro: “Lâmpada para os meus pés é tua Palavra, e luz para o meu caminho”.

Entender e aplicar os ensinamentos bíblicos às nossas vidas envolve o uso do nosso discernimento, nossa capacidade de pensarmos e refletirmos. Essa capacidade foi-nos dada pelo próprio Deus, e ele mesmo deixa muito claro que não quer que sejamos seres sem discernimento, que precisam todo o tempo de alguém lhes dirigindo: “Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos. Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio para que não se cheguem a ti.” (Salmos 32:8-9). Este texto deixa bem claro que Deus nos instrui sobre sua vontade, sobre o caminho que devemos seguir, mas que nós precisamos fazer uso do nosso entendimento para compreender o que ele nos ensina. Crianças pequenas precisam que lhes digamos o tempo todo o que devem fazer. Mas, à medida que crescem vão aprendendo a tomar suas decisões conforme os princípios que os pais lhes ensinaram. Deus nos instrui em sua Palavra, e temos o seu Santo Espírito habitando em nós. Se orarmos e buscarmos esta instrução de Deus, saberemos as decisões corretas a tomar.

Colossenses 3:15 afirma: “E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos”. A palavra aqui traduzida como domine, no original tem o sentido de ser árbitro, julgar. Ou seja, é a paz de Deus que julga nossos corações .Isto significa que quando decidimos algo de acordo com a vontade de Deus, nossos corações ficam em paz. E nós fomos chamados para viver a paz de Deus em um corpo. Ou seja, decisões conforme a vontade de Deus implicam também em paz para a igreja.

Não sejamos crentes infantis, em busca de “revelações”, ou de pretensos “profetas” que nos digam o que fazer. Sejamos adultos no entendimento e façamos a vontade de Deus (Efésios 2:14-15, I Coríntios 14:20).

Pr. Dalton

Ministros De Deus Para Estes Tempos Trabalhosos

“Numa cultura paradoxalmente supersticiosa e cientificista, o cristianismo é combatido, enquanto florescem seitas exploradoras e até capazes de rituais horrendos e criminosos. Apesar de a ciência conquistar uma existência mais confortável para o ser humano, e de gozarmos de elevado grau de liberdades individuais, pesquisas e estudos declaram que as pessoas estão cada vez mais infelizes. (…) Onde estão nossos teólogos, que deveriam iluminar o caminho de nossos líderes e nosso povo em meio a tantas trevas e perplexidade? Muitos estão adormecidos sob o fascínio das perniciosas teologias neo-liberais, enquanto alguns outros se refugiam no gueto do fundamentalismo teológico. “

Leia na íntegra a mensagem baseada em II Timóteo 3:1-4:5. Clique abaixo

MINISTROS DE DEUS PARA ESTES TEMPOS TRABALHOSOS

Crentes Atrapalhados

Gostamos de dar boas risadas com filmes de comédias cujos personagens são muito atrapalhados. A indústria cinematográfica tem lucrado bastante explorando este filão. Entretanto, crentes atrapalhados não são nada engraçados, e quem lucra com eles é o próprio Inimigo.

O termo “atrapalhado” significa alguém que está sendo impedido em suas ações por alguma coisa. O crente atrapalhado é aquele que possui algo em sua vida que o atrapalha em sua vida cristã e testemunho de Cristo. Por isso, não produz plenamente os frutos que Deus deseja que seus filhos produzam.

Na Epístola aos Hebreus, lemos que devemos deixar todo o embaraço e pecado e correr a carreira que nos está proposta (Hebreus 12:1). Na época em que esta epístola foi escrita, atletas já se submetiam a uma rígida disciplina de treinamento, e abriam mão de muitas coisas em busca da vitória. Também no momento da corrida, eles a iniciavam vestidos com trajes militares, e iam se despindo deles ao longo da corrida para não serem atrapalhados por eles. Isto nos ensina que devemos abrir mão e nos desembaraçarmos de qualquer coisa que possa atrapalhar-nos em nosso progresso espiritual.

Muitas coisas podem nos atrapalhar, sejam elas pecaminosas ou não, se as colocarmos como mais importantes que as coisas de Deus, e o Diabo tirará proveito para nos enfraquecer individualmente e como igreja. Será que há algum embaraço atrapalhando seu progresso espiritual? Renuncie aos embaraços e torne-se mais disponível para Deus.

Pr. Dalton

O Seu Bem Mais Precioso

Uma interessante história do oriente conta que, a caravana de um rico mercador ficou parada um dia inteiro por causa de uma tempestade de areia. Ao chegar à cidade de destino, aquele mercador se lamentava dizendo: “perdi uma pedra preciosíssima”. Todos imaginavam que, no meio da tempestade, tivesse deixado cair um diamante, ou uma pérola, ou um rubi. Alguém então indagou-lhe sobre qual era a pedra e o seu tamanho. O mercador respondeu: “um dia de minha vida, e nunca o recuperarei”.

Havia sabedoria nas palavras daquele homem. Tempo é o nosso bem mais precioso. Usando-o bem, podemos trabalhar, estudar, descansar, dedicarmo-nos às nossas famílias, e acima de tudo, servir a Deus. A Bíblia, que é a infalível Palavra de Deus, afirma que há tempo para tudo (Eclesiastes 3:1).

Lembremos também que nosso tempo pertence a Deus, pois ele comprou nossas vidas quando Cristo nos resgatou na cruz (I Pedro 1:18-19). Portanto, nosso tempo deve ser empregado prioritariamente nos interesses de Deus (Mateus 6:33). Quanto tempo estamos investindo na oração, no estudo da Bíblia, na comunhão com os irmãos, e na evangelização?

Sejamos sábios no planejamento e uso de nosso tempo (Efésios 5:15-16). É o melhor investimento que podemos fazer.

Pr. Dalton