PASTORES QUE ME INSPIRAM

Ao longo de minha vida tive o privilégio de conhecer alguns pastores que muito me inspiraram. A Bíblia diz “Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver.” (Hebreus 13:7). O primeiro que destaco é o pastor Delcyr de Souza Lima, meu querido pai. Por ele fui batizado, e Deus usou uma de suas mensagens para convocar-me para o ministério da Palavra. Seu exemplo de amor à Bíblia marcou-me definitivamente. Fui abençoado também com um irmão pastor: Dinelcir de Souza Lima, que abandonou emprego de excelente salário e carreira promissora, porque queria dedicar-se totalmente à sua igreja. Podendo pastorear grandes igrejas, preferiu continuar pastoreando a mesma igreja que ajudou a plantar a quase trinta anos. Mesmo diante das tribulações continua firme na fé e no ministério, com a mesma alegria e entusiasmo do início de seu ministério.

Outro pastor que marcou-me profundamente foi o pastor Cornélio Dorta Bernardes. Era evangelista ardoroso e pastor sábio e paciente. Confiou a mim, ainda um jovem seminarista, tarefas de grande responsabilidade, para que eu pudesse aprender e amadurecer. Com paciência me orientava, conversando de igual para igual. Foi dele a iniciativa de promover a minha consagração ao ministério para servir como pastor à Primeira Igreja Batista em Taubaté.

Na infância conheci o pastor Zacarias Campelo, que sofreu doenças, perigos, privações, e a morte da esposa por amor aos índios, entre os quais foi nosso primeiro missionário. Já aposentado, em 1964 fundou em Recife a Igreja Batista em San Martin, a qual tive o privilégio de pastorear. Lá também conheci o pastor emérito daquela igreja, Helcias Câmara, que doutorou-se em teologia e filosofia nos Estados Unidos, mas cujas principais características eram humildade, amor, e fidelidade à Palavra de Deus.

Pastor Henrique Gomes foi um verdadeiro desbravador que há muitas décadas atrás percorreu a região da Serra Mar a cavalo e a pé espalhando o Evangelho e plantando igrejas, apesar do risco de assaltantes e onças. Foi ele quem nos apontou o distrito de Lumiar para iniciarmos trabalho missionário. Depois o pastor Márcio Lira apaixonou-se pelo trabalho missionário em Lumiar, e deixou tudo para mudar-se para lá com sua família, sendo até hoje uma grande bênção para aquela igreja. É pastor amoroso que sempre reparte bondade com suas ovelhas.

Não posso deixar de mencionar meu sogro, pastor José Viana de Paiva, exemplo de tenacidade, dedicação, e amor à Bíblia. Ensinou-me sua ricas experiências de 40 anos de ministério. E há, atualmente, os amados pastores e missionários de nossa igreja, que compartilham a mesma visão e são tão generosos em amor. Sem eles, o ministério seria mais árduo e menos profícuo.

Só posso reconhecer a imensa bondade de Deus colocando em minha vida esses pastores, e outros ainda que não caberiam aqui, que foram ou são instrumentos de Deus para nos edificar e inspirar. Espero tornar-me algum dia, pela graça de Deus, pelo menos metade do que eles são.

Pr. Dalton

O Ensino de Jesus Sobre o Jejum

jejumDevemos ou não jejuar? Qual seria o objetivo do jejum e em que consiste? Diante de tanta propaganda sobre o jejum, estas são perguntas que nos vêm à mente. Muitos crentes afirmam que se queremos ser atendidos por Deus, ou termos mais poder espiritual, precisamos jejuar. Será verdade? O que a Bíblia declara sobre o jejum? O que Jesus ensinou a respeito disto?

Vá ao link abaixo e leia sobre o ensino de Jesus sobre o jejum.

O ENSINO DE JESUS SOBRE O JEJUM

Porque não ir ao “Rock in Rio”

rockinrioConfesso que gosto muito de rock.

Mas não fui às primeiras edições do Rock In Rio, nem à última, e não irei à próxima edição do famoso festival de rock (também parei de ouvir cantores de rock).

Eis os motivos da minha escolha:

1. Como cristão sou responsável por escolher ambientes e influências que contribuam para a minha edificação espiritual. Salmo 1 é um dos textos bíblicos que nos ensinam a evitarmos ambientes onde há má influência. Devemos fazer uso de nosso livre arbítrio para escolher somente o que nos edifica (I Coríntios 10:23). Será que as letras de determinadas músicas e as atitudes e performances dos astros do pop e rock são edificantes para nós? E que dizer do ambiente? Apesar dos organizadores tentarem apresentar uma imagem “família” do evento, o lixo recolhido no dia seguinte diz tudo: restos do uso de drogas e de sexo promíscuo.

2. Sou responsável também em não escandalizar ninguém quanto ao evangelho de Cristo (I Coríntios 10:32-33). Outros irmãos poderão tropeçar no meu exemplo e tomarem atitudes totalmente nocivas à sua fé se souberem que fui a um evento desta natureza. Há o risco até mesmo de comprometer o meu testemunho de Cristo.

3. Sou responsável por administrar corretamente os bens e o dinheiro que Deus me proporciona (Isaias 55:2, Malaquias 3:10, Efésios 4:28). Não devemos gastar dinheiro com coisas desnecessárias, mas no que é realmente bom para nós, nosso próximo, e para a obra do reino de Deus. Com o dinheiro que usaria para adquirir o ingresso posso fazer outras coisas realmente boas e agradáveis a Deus.

4. Devo ser coerente com os valores da Bíblia (Romanos 12:1-2, João 17:16, 17, Efésios 5:11). Não devo tomar a forma do mundo corrompido pelo pecado, pois não pertenço mais a este mundo e devo separar-me do pecado. Preciso renovar o meu entendimento e resistir às ciladas do inimigo. Creio que se eu for ao Rock in Rio estarei justamente caindo na cilada e tornando-me mundano e incoerente com os valores de santidade da Bíblia.

5. Devo ser coerente com a nova vida em Cristo também no que diz respeito à música (Salmos 40:1-3). Quem já foi regenerado por Cristo tem em seus lábios “uma cântico novo, um hino ao nosso Deus”. Para o crente, seu maior prazer musical é cantar e ouvir músicas que se identifiquem com a sua nova natureza e glorifiquem a Deus. Certamente não encontraria este tipo de música no Rock in Rio.

Nosso compromisso não é com nossa própria satisfação nem com este mundo, mas com Jesus Cristo que nos comprou com seu precioso sangue (I Coríntios 6:19-20, I Pedro 1:18-19). Sejamos crentes responsáveis e coerentes.

Pr. Dalton

Milagres de Jesus: Mitos ou Realidade?

    Muitas pessoas questionam a veracidade dos milagres de Jesus. Documentários procuram apresenta-lo como um curandeiro entre muitos outros curandeiros de sua época. Alguns eruditos postulam que os milagres de Jesus relatados nos evangelhos teriam sido produto da elaboração da tradição cristã em curso no segundo século. Que evidências temos de que os milagres de Cristo realmente aconteceram?

    No link abaixo, texto esclarecedor a respeito deste assunto.

Milagres de Jesus

A Verdadeira Prática do Cristianismo

É comum, até mesmo entre os evangélicos, uma prática religiosa contemplativa. Esta se restringe a buscar sentir a presença gloriosa de Deus, deixando de lado as atitudes ou frutos que o Senhor Jesus ordenou que produzíssemos. Ao contemplar a glória do Senhor Jesus transfigurado conversando com Elias e Moisés, Pedro declarou: “bom é estarmos aqui”, e propôs a Jesus que permanecessem ali. Jesus não aceitou a proposta, e desceu do monte junto com Pedro, Tiago e João ao encontro dos outros discípulos e da multidão necessitada que o aguardava. Jesus queria mostrar aos seus discípulos a sua glória, mas também quis ensinar-lhes que seu lugar não era ali, mas junto à multidão que necessitava dele (Marcos 9:2 – 29).

Há ocasiões em que nos comportamos como Pedro, e queremos ficar somente no alto do monte, contemplando a glória de Jesus. Como são maravilhosos os momentos que passamos em oração ou cultuando a Deus. Muitas vezes, ficamos maravilhados como Pedro ficou. Entretanto, a vida cristã não consiste somente nisto. Jesus ensinou que precisamos produzir frutos que glorifiquem a Deus (João 15:8). O primeiro é a obediência aos mandamentos de Jesus (João 15:8-15). O segundo fruto é a prática do amor (João 15:17), e o terceiro, a santificação (João 15:18 – 19). Finalmente, o último fruto mencionado, e não menos importante, é o testemunho de Cristo (João 15:26 – 27).

A vida cristã não consiste em querer ver a glória de Deus, mas em buscar torna-la visível ao mundo através dos frutos que produzimos. E não é isolados, no alto do monte, que iremos produzi-los, mas no meio da multidão necessitada. Nossa comunhão com Deus não deve servir apenas como meio de prazer espiritual. Ela deve, antes de tudo, nos preparar para servi-lo produzindo os frutos que o Senhor Jesus ordenou.

Pr Dalton S. Lima

Saindo das Quatro Paredes e Cumprindo a Missão

É comum nos satisfazermos somente com nossos cultos e reuniões na sede da igreja (aos quais alguns membros comparecem somente quando julgam conveniente). Mas o cumprimento de nossa missão acontece principalmente fora de nossas quatro paredes, quando testemunhamos de Cristo aos perdidos. O pr. Onésimo Nunes de Lima afirmava sempre que “não se mede uma igreja somente pela quantidade de crentes que entram para adorar, mas principalmente pela quantidade de crentes que saem para evangelizar”. Algumas coisas necessárias para que isto aconteça com maior intensidade entre nós:

  1. Uma nítida consciência de nossa missão

       Jesus nos responsabilizou por pregarmos o Evangelho e fazermos discípulos por toda a terra (Marcos 16:15-16). Tudo o que a igreja faz deve contribuir para o cumprimento de nossa missão.

  1. Uma nítida consciência de nossa condição

      A Bíblia ensina que, em Cristo somos novas criaturas, filhos de Deus e servos de Jesus Cristo (II Coríntios 5:17, Romanos 8:14-16, Gálatas 4:5-7, Lucas 12:43, Romanos 6:16). Portanto, devemos reproduzir o seu caráter vivendo em santidade e amor, obedece-lo em tudo, e dar prioridade ao seu Reino e ao cumprimento de nossa missão.

  1. Vida de oração

      Dependemos de Cristo para a realização de sua obra, e devemos orar pela salvação dos perdidos (João 15:5, I Timóteo 2:1-4). Uma igreja que ora unida pelo cumprimento de sua missão, recebe despertamento, orientação e os recursos necessários.

  1. Ousadia

      Um dos grandes obstáculos à evangelização é o medo ou timidez. Precisamos orar e deixar que o Espírito Santo de Deus nos encha da coragem necessária (Atos 4:24-31).

  1. Substituir o imobilismo pela evangelização dinâmica

      Podemos correr o risco de acumularmos “gorduras espirituais”, ou seja, nos alimentarmos da Palavra de Deus, mas pouco agirmos para produzir frutos. Em Atos 1:8, a palavra traduzida como “poder” tem o exato significado de “aquilo que faz mover”. A melhor tradução do versículo seria: “Mas sereis movidos pelo Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas (…)”.

      A igreja de Jerusalém estava muito satisfeita com sua comunhão, mas Deus permitiu uma perseguição que impeliu os crentes a se colocarem em movimento, e por onde passaram, testemunharam, ganharam vidas para Jesus, e plantaram novas igrejas.

      Adotemos estas atitudes, e cumpramos nossa missão.

                                                                                                                                                                                                                                                                Pr. Dalton

“É possível acreditar em Deus usando a razão”, afirma William Lane Craig (matéria da revista Veja)

William Lane Craig é um filósofo cristão que defende a existência de Deus e a Bíblia como sua revelação aos homens. Tem se destacado nos debates com famosos defensores do ateísmo. Clique no link abaixo e leia sua entrevista na revista Veja.

http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/e-possivel-acreditar-em-deus-usando-a-razao-afirma-william-lane-craig